CIRURGIA ENDOSCÓPICA


Na tentativa de reduzir o número de complicações pós-operatórias, minimizar danos teciduais intraoperatórios, diminuir o tempo de internação hospitalar e de melhorar a reabilitação pós-operatória, permitindo que o paciente retorne, de forma mais precoce, às suas atividades diárias, surgem as técnicas cirúrgicas minimamente invasivas de abordagem das doenças degenerativas da coluna vertebral. As cirurgias endoscópicas se tornaram padrão ouro em várias outras áreas, como as cirurgias ortopédicas artroscópicas e laparoscópicas, e vêm ganhando espaço na área de Coluna Vertebral.





Na discectomia percutânea vídeoassistida (endoscópica), o paciente é operado e a lesão discal extraída por um orifício na pele de cerca de 01 cm, através de um endoscópio. Esse instrumento consiste em um objeto tubular que apresenta janelas em uma de suas extremidades e fica conectado a um aparelho de video e a um equipo de soro fisiológico que permite uma irrigação contínua.



A tendência, em pacientes com sintomas predominantemente radiculares, sem sinais de instabilidade segmentar, é tratá-los com técnicas de descompressão com preservação da estabilidade e dispensar a fusão, assim preservando a mobilidade da coluna vertebral lombar, com menores taxas de complicações.

REFERÊNCIA:
Chang F at al. Therapeutic effect of percutaneous endoscopic lumbar discectomy on lumbar disc herniation and its effect on oxidative stress in patients with lumbar disc herniation. Exp Ther Med. 2018;15(1):295-299.

Discectomia lombar endoscopica